Para professores de canto · Ao vivo pelo Zoom
No dia 26 de setembro, em duas horas, você vai me ver dando duas aulas de canto do começo ao fim, uma com aluno presencial e outra com aluno online. Em cada decisão eu paro para dizer o que escutei, o que diagnostiquei e por que escolhi aquele exercício, e não outro, de modo que você vai ouvir as duas vozes mudarem e saber exatamente por quê.
Quem garantir o ingresso até quarta, dia 16, às 23h59, entra na fila dos cinco casos que eu analiso no domingo. As inscrições fecham na sexta, dia 25, às 20h.
15 anos dando aula de canto7 anos de CPPV, na 15ª turma+1.000 professores formados
É isto que vai acontecer no dia 26 com dois alunos meus, do começo ao fim, e também com o áudio que um professor da plateia trouxer.
O aluno chega animado, canta o refrão, e na mesma nota de sempre a voz aperta. Você pede para ele relaxar. Ele solta o ombro, respira fundo, canta de novo e a nota continua presa. Você lembra de um vocalize que resolveu o caso de outro aluno, tenta, e dessa vez não resolve. No fim da aula ele diz que essa música é difícil mesmo, agradece e vai embora com a mesma voz com que chegou.
Você fecha a porta com a sensação de que fez alguma coisa errada, sem saber qual. Passa a semana procurando vídeo de dica, salva mais três vocalizes na pasta do celular e entra na aula seguinte torcendo para que algum deles pegue.
Quem dá aula de canto costuma ter cinquenta vocalizes salvos e nenhuma resposta para a pergunta que importa: qual deles usar naquele aluno, naquele dia. Essa lacuna não vem de falta de estudo. Os cursos ensinam nome de músculo, nome de estrutura e nome de fenômeno, e quase nenhum ensina o que fazer quando o aluno está na sua frente, cantando do jeito torto dele.
Quem não sabe o que procurar escolhe o exercício no chute. Às vezes a aposta acerta e o aluno melhora, o que é quase tão ruim quanto errar, porque você não consegue repetir de propósito na semana seguinte.
Antes de escolher qualquer exercício, eu escuto a voz em três lugares, e é a comparação entre os três que diz onde está o problema.
O ar e a pressão que sustentam o som. É onde nasce a voz que acaba no meio da frase.
As pregas vocais, onde o som começa. É onde mora o agudo que aperta e a rouquidão que aparece no fim do dia.
O trato vocal, onde o som ganha forma. É onde a voz fica presa, abafada ou fina demais.
Depois que eu localizo a tensão, a aula deixa de ser uma sequência de vocalizes e passa a seguir um ciclo de quatro passos, o mesmo em qualquer aluno.
Escutar e nomear o que está acontecendo, em vez de descrever o sintoma.
Escolher o exercício por causa do diagnóstico, e não por causa da lista.
Repetir do jeito certo, com o aluno entendendo o que está treinando.
Ouvir de novo e confirmar se mudou, antes de seguir adiante.
No dia 26 você vai ver esse ciclo rodar do começo ao fim com dois alunos meus, e me ver aplicar o mesmo raciocínio ao áudio que um professor da plateia trouxer, comigo dizendo em voz alta cada decisão enquanto ela acontece.
O ingresso dá acesso ao sábado e ao domingo, e os dois horários começam às 10h.
Ele canta o trecho inteiro e eu escuto sem interromper, nem quando a nota quebra. Depois eu paro para dizer o que diagnostiquei, onde está a tensão e por que escolhi aquele exercício, e não os outros quarenta que eu tinha em mente.
O mesmo raciocínio com um aluno do outro lado da tela, que é como muito professor dá aula hoje. Eu paro do mesmo jeito, para você ver que o método não depende de estar na mesma sala.
Um dos participantes traz, em áudio, o aluno mais difícil dele. Eu escuto na hora, digo o que diagnostico e o que testaria primeiro, e converso com ele sobre o caso.
Cinco casos enviados por quem comprou até quarta, comentados um a um, e o que eu encontrei nos outros áudios que chegaram.
Depois de se inscrever você recebe uma mensagem no WhatsApp pedindo o áudio ou o vídeo do seu aluno mais difícil. Gravar e mandar toma dois minutos, e muda o fim de semana inteiro, porque a partir daí não é o aluno de outra pessoa que está sendo resolvido na sua frente.
No domingo, dia 27, às 10h, eu comento cinco desses casos ao vivo, um a um, dizendo o que escutei, onde acho que a tensão mora e o que eu testaria primeiro. Os cinco saem de quem garantiu o ingresso até quarta, dia 16.
Os outros áudios não ficam sem resposta. Eu escuto todos, e na mesma sessão conto o que encontrei no conjunto, quantos tinham o mesmo sinal, o que esse sinal costuma significar e o que fazer em cada caso parecido. Os padrões se repetem muito, então é provável que o seu caso esteja em um deles.
No fim da aula você recebe o Roteiro da Aula de Canto, uma página com o que escutar e o que perguntar em cada momento da aula, do aquecimento à devolutiva. Ele foi feito para você usar na terça, com o seu aluno mais difícil, e não para dormir numa pasta com os outros PDFs.
A oferta
Preço único, sem lote e sem aumento até o fechamento. Dá acesso aos dois dias, sábado e domingo. Quem entrar até quarta, dia 16, às 23h59, concorre aos cinco casos do domingo, e as inscrições fecham na sexta, dia 25, às 20h.
Você assiste, e se achar que a aula não valeu o que custou, responde a mensagem que eu te mando no fim e recebe o dinheiro de volta no mesmo dia, sem precisar explicar nada.
Deyse Schultz é formada em música, especialista em voz e mestre em cognição musical. Dá aula de canto há quinze anos e forma professores há seis. O CPPV, o curso que ela criou, está na décima quinta turma e já formou mais de mil professores de canto.
Ela nunca parou de dar aula para formar professores, e é dessa rotina diária que vem a segurança de abrir a sala no dia 26 com aluno de verdade e sem ensaio.
Fica, e o replay abre no mesmo dia. Ele sai do ar no domingo às 23h59, porque a aula é ao vivo e a sessão de casos acontece na manhã de domingo.
Talvez. São cinco escolhidos entre os áudios de quem comprou até quarta, dia 16. Os outros eu escuto também, e conto na mesma sessão o que apareceu neles e o que fazer em cada caso parecido.
Pode, e a aula é sobre isso. O território do professor de canto é grande, e parte do que eu ensino é reconhecer onde ele termina e quando encaminhar.
Serve, e é o melhor momento. Aprender o que procurar antes de criar o hábito de adivinhar economiza uns bons anos.
A tensão aparece em qualquer nível, e o ciclo é o mesmo no aluno que canta no chuveiro e no que canta em banda. O que muda de um para o outro é a intervenção, não o raciocínio.
Assim que o pagamento é confirmado, chega uma mensagem no WhatsApp com o link da sala do Zoom. É por lá que vão os lembretes, o pedido do áudio do seu aluno e o material.
Duas aulas reais em que eu explico cada decisão, o caso que um professor da plateia trouxer, diagnosticado ao vivo, o antes e o depois de duas vozes, o roteiro para usar na sua próxima aula, a sessão de casos no domingo e o replay até domingo à noite. Tudo por R$ 57, que voltam para você se entrar no CPPV até o dia 2.
As inscrições fecham na sexta, dia 25, às 20h.
Deyse Schultz
Nos vemos no sábado.
R$ 57, os dois diasSábado 26 e domingo 27, às 10h
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